Guia de Conversação para Turistas na Turquia

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

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sábado, 21 de outubro de 2017

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Turkish Airlines - preços imbatíveis - corre que acaba logo!

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Ele terminou comigo e me deixou endividada ... leia e saiba o aconteceu depois

Olá pessoal,

Vou iniciar esse post com uma história de uma jovem (vamos chamá-la de Paula*) que logo depois do término de um namoro engatou um relacionamento com um amigo, cujo nome era Mário*. Esse amigo - fazia um ano que tinham se conhecido num curso - era alguém com quem ela tinha uma boa convivência e compartilhava vários gostos em comum.

Em pouco tempo noivaram e ela - na confiança - adquiriu dívidas tanto por bancar alguns dos passeios quanto por comprar alguns itens que num futuro próximo, estariam dividindo quando se casassem.

Marcaram casamento mas, por uma série de detalhes que não vêm ao caso para que esse post não tome muito do seu tempo ela mesma teve que ir ao cartório desmarcar o enlace.

Mário um dia, de repente terminou tudo tempo depois, então ela se viu com a dívida sozinha e para piorar soube por outras pessoas que a sua melhor amiga (chamemos de Sara*) não saía da casa do dito-cujo. Nunca nada foi provado, mas ficou muito esquisita essa história toda.

Houve um episódio que Paula tirou satisfação com a amiga Sara, que se achou no direito de visitar Mário sim pois afinal "eles também eram amigos e não tinha nada a ver ela deixar de ser amiga dele por causa do término do noivado dele com Paula".

Isso tudo se passou no ano de 2001.

Bom, agora imaginemos que isso que eu narrei tivesse se passado em tempos de Facebook e Youtube. Vocês acham que a noiva que foi largada com dívidas criaria um grupo no FB, uma fanpage no FB um canal no Youtube para alertar as demais mulheres de que homem não presta, de que não era possível confiar nos homens só porque o Mário* fez isso e outras coisas (piores, que não vou expor aqui)?

Será que isso faria sentido?

Quantas de nós nunca se decepcionaram com "Mários" e outros homens em nossas vidas? Vez por outra surgem aqueles que enchem de promessas ou até nem fazem promessa nenhuma mas mulheres muitas vezes fantasiam uma realidade que somente existe em suas mentes, arrumando justificativas para a falta de correspondência amorosa.

Se você lembrou de algum ou alguns canais que focam em apenas falar no que não deu certo, então você está entendendo o foco desse post.

Não condeno quem queira alertar os outros, de forma alguma. Mesmo porque existe uma diferença entre ser enganada por alguém estando nós em nossas próprias vidas (em nossas casas, no nosso trabalho, no lugar onde conhecemos bem) e entre alguém que nos faça nos arriscarmos, deixando tudo para trás em busca de um amor que acreditamos ser verdadeiro. Falando diretamente: quebrar a cara no Brasil dá menos prejuízo (em vários aspectos) do que quebrar a cara na Turquia.

Fui enganada por um turco e não consigo sair dessa ...

Paula seguiu a vida em frente: estudou como nunca, passou no vestibular de uma faculdade pública e 6 meses depois conseguiu um estágio onde a remuneração era o dobro do que ganhava como balconista. Entrou numa multinacional e viu os horizontes se abrirem a sua frente. Conheceu outros rapazes, teve decepções. Trabalhou por 4 anos para limpar o nome da dívida que o Mário havia deixado. Viajou, fez amigos, aprendeu idiomas, viveu.

Paula não ficou arrastando corrente culpando o ex-noivo pelas mazelas da vida. Ela foi a luta!

Paula tinha um sonho: conhecer a Turquia. Conheceu um turco que encheu seus ouvidos de promessa e que desistiu de repente. Ficou chateada (muito chateada) mas não desistiu de aprender o idioma e conhecer a Turquia.
Começou a estudar turco por conta e um dia conheceu um outro turco pelo Orkut. Bom ... quem conhece essa história já entendeu que a Paula sou eu mesma, a autora desse blog.

Percebi esses dias que existem pessoas no grupo "Eu amo um Turco" que eu administro no Facebook e que ao mesmo tempo estão em outros grupos DETONANDO os turcos se queixando de que foram enganadas e isso e aquilo. A pergunta que me fiz foi:

- Por que estão no grupo "Eu amo um turco"?
- Já que consideram turcos imprestáveis por que ainda fazem parte de grupos relacionados à eles?

Uma coisa é a pessoa ter interesse pela cultura, país, etc e não associar isso ao "término da relação" (mesmo que somente tenha sido virtual). Compreensível. Agora, continuar se alimentando do ódio aos turcos sob a desculpa de que "é preciso alertar" paraliza o progresso da própria vida. Sabe aquele ditado que diz que "a fila anda, a catraca gira"? Então ...

VOCÊ NÃO PODE FICAR REMOENDO O QUE NÃO DEU CERTO A VIDA TODA!


Se você precisa de ajuda leia esse post ATÉ O FINAL.


Sensação de luto e grupos de ajuda

Fazendo um pararelo com um fato que marcou minha vida: lembro-me de quando uma amiga faleceu e passei a ter problemas de pressão cardíaca na mesma época. Um dia, numa sala escura sendo submetida a um ultrassom do coração pergunto se tristeza matava. Foi a primeira vez depois de meses que consegui colocar pra fora minha dor.
O médico falou que uma vez conduzindo um deficiente visual perguntou como ele lidava com o problema (pois havia comentado que perdera a visão depois de adulto) e ele disse que frequentava um grupo de ajuda mútua e isso era o que dava forças pra ele.

Busquei ajuda para trabalhar essa perda e superei tanto o problema emocional que havia se instalado na época da perda, quanto o problema físico: minha pressão hoje é 12x8 como deve ser.

Grupos são importantes quando compartilhamos problemas e experiências semelhantes e os membros desse grupo podem e devem apoiar-se mutuamente. Isso de fato ajuda alguém a superar a perda ou o drama que está vivendo. Porém, devemos observar se aquela sensação de perda (comparada ao luto mesmo) não está se arrastando e se tornando algo crônico.

Motivação para a mudança

Esse blog é voltado para assuntos relacionados à Turquia, cultura e relacionamentos com turcos porém sabendo que existem diversos perfis de leitores do mesmo deixo aqui a recomendação de um programa que me ajudou muito num momento crítico das nossas vidas: quando tivemos que nos mudar com uma mão na frente e outra atrás para o Brasil.

Muita gente se acostuma até com o que é ruim: falta de amor, falta de amor-próprio, falta de sucesso ... muita gente não consegue tirar o melhor de si para superar os problemas. Acredite: todos nós em maior ou menor grau temos problemas. Mas quantos não são os que acreditam serem os únicos a passarem por eles?

Meu maior medo quando me mudei para o Brasil com meu marido foi o dele não se acostumar e se mudar de volta para a Turquia sem mim. Para nós não havia restado mais nada lá, uma vez que o irmão dele tinha quebrado o negócio da família.

No programa Você é Mais Forte Que Imagina eu encontrei o empurrão que me faltava para perder o medo e acreditar de que juntos - eu e meu marido - poderíamos sim vencer todas as adversidades e nos superar mesmo quando o que ouvimos de gente próxima foi:

- ele não vai se adaptar ao Brasil;
- o Mustafa nunca vai aprender português;
- muito difícil ele arrumar trabalho aqui ...
- vocês não vão durar 6 meses juntos!

Quem vem acompanhando nosso trabalho sabe que a história que contamos hoje é outra.

A SUA VIDA É MUITO CURTA PARA QUE VOCÊ FIQUE PRESA AO QUE NÃO DEU CERTO!

A HORA DA MUDANÇA É AGORA!


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* OS NOMES FORAM TROCADOS PARA PRESERVAR A IDENTIDADE


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Como a relação de uma brasileira com um turco pode ser plena?

Olá pessoal!

Já faz um tempinho que eu criei o grupo EU AMO UM TURCO no Facebook e lá comecei a fazer transmissões ao vivo - as carinhosamente chamadas LIVES. Nesse grupo a gente interage e aborda temas sobre relacionamentos de brasileiras com turcos.

Como pessoas são únicas (ninguém é igual a ninguém) e consequentemente não existe um relacionamento (namoro, noivado, casamento, tico-tico no fubá...) igual ao outro concluímos que não existe uma fórmula única para felicidade.

Cada casal vai achar a sua fórmula, que pode não servir para outros casais.

Óbvio e ululante, certo?

Porém, um fator que me chama a atenção nas histórias que escuto é o fato de muita gente ainda ter problema dentro do relacionamento por não falarem uma língua em comum.

No começo da relação isso acontece (casais que se conhecem das mais variadas maneiras e se apaixonam mesmo não conseguindo se comunicar sem o Google Tradutor ou semelhante) mas eu me pergunto: como pode uma relação de 1, 2 ... 5 anos e até casamentos com filho e tudo se sustentar assim?

As pessoas se acostumam em não entender o que o companheiro disse, ou pior, estar meio alienado às coisas que se passam no meio em que vivem e se acomodam com terceiros resolvendo problemas para ela por causa da barreira do idioma.

O efeito colateral que eu tenho observado é que chega o dia em que uma das partes (ou ambas) se farta dessa situação, e não raro "explode" de repente numa situação às vezes até fora de contexto.


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E não raro vejo casamentos acabarem de repente, mesmo depois de anos, justamente por causa disso: de uma situação que foi sendo empurrada ao longo dos anos, sem que nenhuma das partes buscasse a solução que seria aprender o idioma um do outro.

Claro que aprender um idioma demanda tempo, dedicação, estudos e por vezes investimento. Mas mesmo a falta de grana não é desculpa para as pessoas aprenderem um idioma. Aqui no Brasil conheci turcos que nunca foram para curso nenhum de português para estrangeiros e que se comunicam muito bem. Eu mesma somente fui para o curso de turco depois de 1 ano e meio morando em Izmir. Eu estudei muuuuito por conta antes de entrar na turma mais avançada, isso porque eu tinha intenção de me aprofundar na língua turca já pensando na minha vida profissional.

Hoje de manhã acordei depois do meu marido, tomamos café da manhã e falamos sobre política. Ontem eu expliquei pra ele o que tinha acontecido com a programação de um site novo que estamos para lançar. E são incontáveis os assuntos complexos sobre os quais discorremos todos os dias, sobre os mais variados temas e com liberdade de entendimento num grau mais profundo que tradutor automático nenhum existente até a presente data pode proporcionar.

Esses diálogos - e isso desde o tempo em que éramos apenas amigos quando nos conhecemos em 2007 no Orkut - são a base sólida do nosso relacionamento. Antes, em inglês, depois em turco e agora meu marido se comunica em português (aos tropeços às vezes, mas está avançando cada dia mais.)

O companheiro ou companheira tem que ser a fonte de apoio no aprendizado do idioma, mostrando o certo, sem criticar severamente. Falar um idioma tão diferente do nosso não é fácil. E se conselho fosse bom eu tava vendendo aqui vai um: nunca compare-o com outro estrangeiro que fala melhor do que ele. E se ele fizer isso com você, explique que esse definitivamente não é o melhor caminho.

Conheço pessoas que pegaram raiva do idioma turco por isso ...

Conheço pessoas que pegaram raiva da língua portuguesa por causa disso ...

Paciência. Aprender o idioma um do outro é como se um adentrasse de fato ao mundo do outro. A língua materna faz parte do que você é. 

Sabe o Yin-Yang? É mais ou menos assim que eu vejo.



Ter uma relação plena depende de uma série de fatores que vão além de apenas falar num bom nível um idioma em comum. Porém, ele é o primeiro passo para o entendimento e a prevenção de uma série de desentendimentos.

Se você acha que essa situação de ser meio-entendido(a) já passou da hora convido a visitar nosso site e conferir nosso conteúdo. Tem material para ser baixado gratuitamente pra você começar a estudar turco e se você quiser agendar uma aula demonstrativa sem compromisso é pelo site também : www.aulasdeturco.com.br

Em 2018, um site para brasileiros e turcos

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Namoro, amizade, casamento ou passatempo: somente o destino pode dizer.